Entenda as vantagens da carteira dolarizada diante do cenário de volatilidade do mercado brasileiro e recessão mundial

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A instabilidade do cenário político-econômico nacional tem levado cada vez mais investidores brasileiros a considerar opções de investimentos em outros países. Nesse sentido, a dolarização da carteira se apresenta como uma alternativa importante diante do cenário de incertezas, potencializado pela polarização política, ainda mais evidente pelo 2° turno das eleições presidenciais.  

Apesar de o Brasil ter registrado deflação de 0,29% no IPCA do último mês de setembro, o interesse pela diversificação geográfica ainda tem se mostrado forte. Dados do Banco Central no primeiro trimestre deste ano apontam que US$ 547 milhões, o que corresponde, aproximadamente, a R$ 2,8 bilhões foram enviados por pessoas físicas para o exterior. O valor indica um aumento de 73%, em comparação ao mesmo período de 2021.

De acordo com o Grupo Leste, plataforma global de investimentos alternativos, o movimento em voga é propício para o momento. “É fundamental que o investidor brasileiro considere uma parcela de seu portfólio para investimentos dolarizados, principalmente, num ambiente de juros altos, em que ele não necessariamente precisa tomar tanto risco assim. É possível optar por ativos de menor risco, mas que podem pagar bons prêmios de juros altos, potencialmente em torno de 8 a 9% ao ano líquido de taxas de gestão, ou ativos reais possíveis geradores de renda, que vão trazer o componente de proteção, tendo uma parte de seu patrimônio em moeda forte”, destaca Rodrigo Machado, diretor da área imobiliária americana do Grupo Leste.  

Rodrigo também destaca que, embora exista a perspectiva do cenário de recessão norte-americana, o mercado brasileiro poderá ser ainda mais afetado. “É um momento econômico que ainda não tem definição exata, mas, se a recessão pode ser forte nos Estados Unidos, no Brasil pode ser muito maior porque o real tende a sofrer mais que o dólar. Se um patrimônio oscila muito em Reais, a parcela dolarizada estará protegida”, conclui o executivo.  

É possível alocar recursos nos EUA sem prejudicar a rentabilidade pela tributação fiscal

O investidor brasileiro médio que decidir alocar uma parcela da sua carteira em dólar deve ter em mente que já existem estruturas fiscais eficientes para que, ao trazer sua rentabilidade para o Brasil, o montante não seja prejudicado pela tributação. O Grupo Leste, por exemplo, possui estruturas fiscais eficientes para investidores que buscam investir em ativos no exterior. Esses produtos podem ser acessados de duas formas: por meio de seus veículos no Brasil, em reais, ou por meio de um veículo offshore, em dólares. “Evidentemente que, quando falamos em ativo real possível gerador de renda, automaticamente o mercado imobiliário acaba sendo o primeiro da lista. Nesse setor, o mais adequado é, ao invés de apostar nos REITs, por exemplo, entrar nos fundos privados, pois pagam melhores rendimentos, potencialmente em torno de 15% ao ano líquido de taxas de gestão. Isso sem contar que têm a estrutura fiscal que consideramos adequada para o investidor estrangeiro”, finaliza Rodrigo. 

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