Mineradora de Bitcoin Greenidge poderá ser listada na Bolsa americana

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A Greenidge Generation Holdings, empresa-mãe da Greenidge, uma mineradora de BitCoin de Nova-Iorque, está planejando entrar na loucura da Wall Street através de uma fusão.

A Greenidge atua com mineração de BitCoins, por isso, a empresa opera fazendas de minerações automatizadas. A empresa utiliza usinas elétricas movidas a gás natural, e assim, consegue alocar 106 Megawatts de energia para a sua produção.

Na segunda feira, (22/03), a empresa anunciou seu plano de fusão, afirmando ter assinado um acordo definitivo para a fusão com a fornecedora de serviços de atendimento ao cliente Support.com, listada na Nasdaq, e assim estando sujeita apenas a aprovação dos acionistas e outras condições de firmamento.

O “pacto” serve como um grande passo para ambas as empresas.

Como parte do acordo, Support.com que possui um valor de mercado de US$ 41 milhões na Nasdaq, se tornará uma subsidiária integral da Greenidge, este acordo terá vigor assim que as demandas legais acabarem.

“Essa transação será desenvolvida sobre o negócio bem-sucedido da Greenidge ao fornecê-los mais financiamento e uma moeda pública para financiarem seus planos de crescimento, bem como novos recursos importantes, como interface de clientes, software de segurança e especialização de privacidade”

Lance Rosenzweig, presidente e CEO da Support.com.

A mineração de Bitcoins

A empresa é responsável por 1,1 exahash por segundo (EH/s) e emitiu 1.186 BTC por 12 meses a um custo de cerca de US$ 2,869 por bitcoin. Uma boa margem considerando que atualmente (24/03) um bitcoin vale mais de US$ 56 mil. Por isso a Greenidge projeta um EBITDA de mais de US$ 50 milhões para 2021.

A mineração de bitcoins é um processo extremamente dispendioso e complexo, mas vamos tentar simplificar um pouco este conceito.

As transações de bitcoin ocorrem por um processo chamado ” blockchain”. Neste processo, as transações passam por um processo de “análise e agrupação” em blocos digitais de informação. Estes blocos estão ligados por uma “corrente” que garante a segurança e confiabilidade das transações.

Contudo, esse processo requer um sistema muito robusto para processar essas informações. Isso se dá considerando os diversos cálculos realizados para montar essas correntes. Por isso é necessário um maquinário extremamente potente para realizar os “hash”, termo usado para definir a potencia dessa rede e a capacidade de processamento de informações.

As mineradoras fornecem para o blockchain os maquinários necessários para processar os dados, e em troca recebem BitCoins.

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