QR BLOCKCHAIN ASSETS FIM IE: Investindo em Bitcoin através de Fundo

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O QR BLOCKCHAIN ASSETS FIM IE, fundo de criptoativos da QR Asset Management performou 222% nos últimos 10 meses. Confira mais sobre agora.

Os investimentos em criptoativos, aos poucos estão deixando de ser tabus do mercado e se tornando realmente opções verdadeiramente interessantes. Assim um reflexo disso é a valorização do fundo da  QR Asset Management, a única gestora do Brasil habilitada pela comissão de valores mobiliários, que atua com 100% de alocação em criptoativos, e é claro que entre eles está o bitcoin, a moeda virtual mais desejada do mundo.

Assim era de se esperar que a gestora ganhasse alguma relevância, a mesma se deu graças a alta rentabilidade de seu fundo de criptoativos no cenário internacional.

O QR BLOCKCHAIN ASSETS FIM IE, segundo fundo a ser lançado pela gestora e com primeira cota datada em 31/03/2020, performou 222% desde seu lançamento. Considerando apenas 2021, o fundo teve o melhor desempenho dentre o mercado regulado 100% alocado em criptoativos, com valorização de 29.5%. Considerando as dimensões do mercado, o número é impressionante. Por exemplo, usando outros termos comparativos, o fundo teve a 5° maior rentabilidade entre todos os fundos brasileiros focados no mercado exterior.

O fundo QR BLOCKCHAIN ASSETS FIM IE

Podemos atribuir o sucesso deste fundo a alguns fatores, entre eles podemos destacar o perfil do fundo.

O QR BLOCKCHAIN ASSETS, se destaca por ser apenas um dos 11 fundos regulados pela comissão de valores para operar com os criptoativos. Além disso, entre os 11, 4 fundos ainda diversificam seu portfólio em ativos de renda fixa. Afinal, isso se dá pelas próprias regulamentações da CVM.

A natureza do mercado de criptoativos ainda é recente. Por isso, os órgãos legais ainda mantêm um certo nível de “preconceito” com este mercado. Assim, a comissão não recomenda a livre exposição a essa classe de criptoativos em fundos de “varejo”. Em outras palavras, a volatilidade deste mercado poderia ser um grande problema para investidores menos experientes, assim, a restrição a investidores qualificados reduzem as dores de cabeça dos órgãos reguladores.

Assim, graças a estes termos, a maioria dos fundos voltados para os criptoativos tem a sua operação no método “offshore”. Em outras palavras, estes fundos estão ligados diretamente as corretoras, sem grandes vínculos com a bolsa de valores. Portanto, isso significa, na prática, altas taxas de administração e tarifas frequentemente “escondidas” para os investidores. Além de claro, excluir a grande maioria dos investidores de varejo e mantendo a sua exclusividade a investidores mais qualificados

Por fim, você já pensou se existe a possibilidade de investir em Bitcoin, através de ETFs dos EUA? Confira um pouco mais sobre isso clicando aqui!

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